Dos colossais desfiles da Marquês de Sapucaí à energia caótica e gratuita das centenas de blocos nas ruas históricas do Rio de Janeiro.
A festa mais grandiosa do planeta para um país inteiro durante quase uma semana, explodindo as ruas da cidade maravilhosa num caldeirão absurdo de purpurina, som e suor mágico.
A Divisão da Festa
Viver o carnaval exige estratégia de guerra. Existem dois universos deslumbrantes colidindo na mesma semana suada e brilhante (geralmente entre os meses de Fevereiro e as vezes encostando em Março):
- A Marquês de Sapucaí (O Foco Oficial e Colossal Cultural Das Antigas Comunidades Escolas): É onde os olhos das câmeras do mundo se voltam nas noites gélidas dos imensos holofotes fortíssimos iluminando alegorias absurdas astronômicas e perigosamente altas ladeadas por passistas inacreditáveis. Os ingressos de Arquibancadas são o contato direto popular e ensurdecedor com as pesadas baterias, enquanto os imensos Camartotes caríssimos servem lagostas puras e festas vips sem focar apenas nos desfiles monumentais infinitos longos de oitenta minutos cada;
- O Carnaval De Rua E Os Blocos Populosos Enormes Das Avenidas Clássicas (O Foco Popular Incontrolável Maravilhoso Gratuito Dos Turistas E Locais!): Mais de quinhentos cortejos tomam e estrangulam a cidade de manhã cedíssimo sob os imensos escaldantes fortes raios matinais fluminenses e duram toda a tarde arrastados inteiramente aos cantos infinitos por músicos fantasiados e sopros absurdamente maravilhosos (saiba como escolher no nosso guia Roteiro de Blocos de Rua).
Dica Gigante
Não venha pro carnaval querendo "pegar um Uber rapidinho pro restaurante vizinho as quatro da tarde na praia". O plano tem que ser: descer andando até a aglomeração cantada colorida brilhante infinita, e esquecer o horário estofado burguês e entrar numa padaria lotada com chopp de plástico nos calçamentos ardentes.