O Rio Das Marés e Das Cores Vespertinas
Pôr do sol

O Rio Das Marés e Das Cores Vespertinas

Pequeno roteiro unicamente guiado à essência dourada: seguir a risca de ponta a ponta as arrebentações imensas e colorações do céu caindo no horizonte do império.

De que vale o Pão rústico quando o sol está douradíssimo e majestoso tocando águas infinitas salgadas do imenso atlântico inclemente e moroso?

Caminhos Litorâneos Mágicos

Se o objetivo absoluto não envolver qualquer parede fechada nem arte humana nas museus: acorde imensamente despido as 7 da madrugada gelada em fins de inverno com bicicletas azuis brilhantes na orla infinita pra frente imaculada sem fim, contorne toda barra do tamanho abissal (Se estiver corajoso dirija na serra e descubra as pedras virgens selvagens escondidas intocáveis sem cimento chamadas de prainha e Grumari), descer com um picolé fresco e clássico de frutas naturais na imensa Lagoa de Rodrigo De Freitas às 13hs quando ventos da tarde começam.

A Finalização Dourada Inescapável:

Término do glorioso dia inegavelmente e inescrupulosamente na minúscula, amada e lendária joia na ponta esquerda extrema incrustada de pranchas finas: As Pedras do Famoso e aplaudidissímo e épico velho Arpoador. Com as palmas ao cair da gigantesca estrela sumindo atrás das duas pontas altas das imensas montanhas Dois irmãos que definem contornos imortais dos quadros da famosa e poética cidade!.

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