Jardim Botânico do Rio de Janeiro: A Coroa Imperial da Natureza
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro: A Coroa Imperial da Natureza

Caminhe sob dezenas de imensas palmeiras-imperiais num instituto de conservação da flora repleto de beleza e riquezas imperiais.

Criado em 1808 por decreto do Príncipe Regente D. João VI, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro é muito mais do que um parque; é um dos institutos de pesquisa e conservação da flora mais importantes do mundo. Ao longo dos seus imensos 137 hectares, os visitantes podem encontrar um santuário de paz, beleza natural e uma rica herança imperial, situado no coração da tumultuada Zona Sul.

A imagem de marca do parque é a majestosa Aleia Barbosa Rodrigues, um corredor ladeado por palmeiras-imperiais centenárias que se erguem a dezenas de metros de altura, criando uma perspetiva visual grandiosa que conduz o olhar até à base do Corcovado. Contudo, os encantos do Jardim Botânico estão em cada trilha ramificada: desde a estufa do orquidário, que abriga milhares de espécies delicadas, até ao exótico e relaxante Jardim Japonês.

Passear por aqui é um exercício de conexão profunda com a natureza. Não é incomum cruzar com famílias de micos, tucanos de bico colorido, esquilos e preguiças preguiçosamente agarradas aos ramos altos. Entre chafarizes históricos, vitórias-régias gigantes e alamedas sombreadas por árvores amazónicas, o tempo parece abrandar.

Dica Cariocando: O Jardim Botânico é imenso. Para além da famosa aleia de palmeiras, procure o Jardim Sensorial, desenhado com plantas que exploram texturas e aromas, e faça uma pausa romântica nas ruínas do antigo engenho de açúcar que ainda repousam entre a vegetação densa.

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